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sexta-feira, julho 06, 2007

POEMA DE POORTUGUÊS


Eu estudo porque me mandam estudar
Acho que tenho pouca dificuldade
Mas este ano vou passar
E no futuro quero ir p’ra faculdade

A escola também é para conviver
A minha melhor amiga é muito engraçada
E ensinou-me a viver
E às vezes dançamos música ritmada

Os professores são um bocadinho mauzinhos
Mas tem de ser assim
E agora tenho de fazer muitos trabalhinhos

As janelas das salas são pretas
As paredes brancas
Mas os alunos só inventam “tretas”
Ana Raquel, 7ºB

sexta-feira, março 23, 2007

A origem da Língua Portuguesa


Origem da Língua Portuguesa

A língua portuguesa é uma língua neolatina, formada da mistura de muito latim vulgar e mais a influência árabe e das tribos que viviam na região. Apesar de ter sua origem altamente conectada a outra língua (o galego), o português é uma língua própria e independente. Apesar da influência dos tempos tê-la alterado, adicionando vocábulos franceses, ingleses, espanhóis e únicos, ela ainda tem sua identidade única, apesar de não ter a força que tinha no seu ápice, quando era quase tão difundida como agora é o inglês. No oeste da Península Ibérica, na Europa Ocidental, encontram-se Portugal e Espanha. Ambos eram domínio do Império Romano a mais de 2000 anos, e estes conquistadores falavam latim, uma língua que eles impuseram aos conquistados. Mas não o latim culto usado pelas pessoas cultas de Roma e escrito pelos poetas e magistrados, mas o popular latim vulgar, falado pela população em geral. Isto aconteceu porque a população local entrou em contato com soldados e outras pessoas incultas, não magistrados. Logicamente não podemos simplesmente desprezar totalmente a influência linguística dos conquistados. Estes dialetos falados na península e emoutros lugares foram regionalizando a língua. Também devemos considerar a influência árabe, que inseriu muitas línguas nestes romanços até aReconquista. Este processo formou vários dialetos, denominados cada um delesgenericamente de romanço (do latim romanice, "falar à maneira dos romanos"). Quando o Império Romano caiu no século V este processo se intensificou e vários dialetos foram se formando. No caso específico da península, foram línguas como o catalão, o castelhano e o galego-português (falado na faixaocidental da península). E foi este último que gerou o português e o galego (mais tarde uma línguafalada apenas na região de Galiza, na Espanha). O galego-português existiu apenas durante os séculos XII, XIII e XIV, na época da Reconquista. Após isso foi nascendo cada vez mais diferença entre o galego e o português. Este último era falado no sul da faixa ocidental da província, na região deLisboa. Esta língua consolidou-se com o tempo e a expansão do Império Português. Do século XII ao século XVI falava-se uma forma arcaica de português, aindacom a influência do galego (o português arcaico propriamente apenas desde oséculo XIV). Foi com essa linguagem que escreveram os trovadores naquelaépoca, enriquecendo a paupérrima (5.000 vocábulos no século XII) língua portuguesa. Esta fase da Língua Portuguesa acaba coma nomeação de Fernão Lopes como cronista mor da Torre do Tombo em 1434. Mas apenas a partir doséculo XVI, com a intensa produção literária renascentista de Portugal,especialmente a de Camões, o português uniformiza-se e adquiri as características atuais da língua. Em 1536 Fernão de Oliveira publicou a primeira Gramática da Linguagem Portuguesa, consolidando-a definitivamente.


Trabalho realizado pela Filipa

segunda-feira, março 12, 2007

Português - curiosidade engraçada

Vejam bem o que o Hugo encontrou:

A maior palavra da língua portuguesa é pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico, que define uma pessoa acometida por uma doença pulmonar causada pela aspiração de cinzas vulcânicas, chamada pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose ou pneumoconiose.


Hugo Resende nº9 7.b

Retirado do site:http://pt.wikipedia.org/wiki/Maior_palavra_da_língua_portuguesa

sexta-feira, fevereiro 09, 2007

Língua Portuguesa - Sophia de Mello Breyner

Trabalho realizado pela aluna Ana Raquel Serafim, 7º B






Sophia de Mello Breyner



Sophia de Mello Breyner Andresen (Porto, 6 de Novembro de 1919 — Lisboa, 2de Julho de 2004) foi uma das mais importantes poetisas portuguesas do século XX. Distinguida com o Prémio Camões em 1999, tornou-se a primeira mulher portuguesa a receber o mais importante galardão literário da língua portuguesa. Frequentou Filologia Clássica na Universidade de Lisboa, mas não chegou a terminar o curso. Casou-se, em 1946, com o jornalista, politico e advogado Francisco Sousa Tavares e foi mãe de cinco filhos: uma missionária laica, uma professora universitária de Letras, um advogado e jornalista de renome (Miguel Sousa Tavares), um pintor e ceramista e mais uma filha que herdou o nome da mãe. Os filhos motivaram-na a escrever contos infantis. Tem origem dinamarquesa pelo lado paterno: o seu avô Jan Henrik Andresen desembarcou um dia no Porto e nunca mais abandonou esta região, tendo o seu filho João Henrique comprado, por volta de 1890, a quinta do Campo Alegre. Como afirmou em entrevista "Sophia e a Palavra", in revista Noesis, n.º26,1993, essa quinta "foi um território fabuloso com uma grande e rica família servida por uma criadagem numerosa". Criada na velha aristocracia portuguesa, educada nos valores tradicionais da moral cristã, dirigente de movimentos universitários católicos, veio a tornar-se uma das figuras mais representativas de uma atitude política liberal, denunciando os falsos critérios do regime salazarista e os seus seguidores mais radicais. Em 1975, foi eleita para a Assembleia Constituinte pelo círculo do Porto numa lista do Partido Socialista, enquanto o seu marido navegava rumo ao Partido Social Democrata. Distinguiu-se também como contista (Contos Exemplares) e autora de livros infantis (A Menina do Mar, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, O Rapaz de Bronze, A Fada Oriana, etc.). Foi também tradutora de Dante Alighieri e de Shakespeare. Em 1964 recebeu o Grande Prémio de Poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pelo seu livro "Livro sexto". Foi distinguida com o Prémio Camões em 1999 e com o Prémio Rainha Sofia em 2003.


Este trabalho foi retirado do site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sophia_de_Mello_Breyner

sábado, fevereiro 03, 2007

Giotto di Bondone (1277 - 1337)



Antes ainda de aparecerem as glórias do Renascimento, existiu um artista cujo génio e virtuosismo produziram uma viragem da história da arte ocidental: Giotto di Bondone.


O grande mestre italiano foi o primeiro a distanciar-se das representações esquemáticas e idealizadas da arte românica, propondo em troca uma minuciosa observação da natureza, e introduziu as primeiras noções de espaço no suporte bidimensional. Também mudou por completo a representação da figura humana, envolvendo-a em telas de excelente modelagem e dando-lhe a sensação do volume de um corpo debaixo dela.


Os dados referentes à sua biografia são confusos. Vasari, o grande biógrafo italiano, considera 1277 como o ano de seu nascimento; estudos posteriores das obras de Giotto revelam que 1267 seria o mais provável. O local de seu nascimento foi Colle di Vespasiano, um povoado da região montanhosa de Vicchio de Mugello, ao norte de Florença.


A casa dos seus pais ainda hoje se pode visitar. Existe uma lenda a respeito da sua infância que diz que tinha sido o mestre Cimabue quem o descobriu na casa dos seus pais, que eram pastores. Admirado pela facilidade como desenhava, pediu-lhes que permitissem levá-lo como aprendiz.


A biografia oficial, em contrapartida, afirma que Giotto entrou no atelier de Cimabue como aprendiz quando tinha 10 anos e se manteve lá até os 14 anos. Posteriormente, realizou uma viagem de estudos a Roma - onde se impregnou do classicismo que logo caracterizaria toda a sua obra e dali partiu em direcção a Assis para ajudar o seu mestre com os afrescos. Pouco tempo depois de instalar-se na basílica, Cimabue teve de deixar o trabalho em virtude de outras obrigações e foi exactamente Giotto o escolhido pelos monges da ordem franciscana para continuar a realização do projecto. Posteriormente, mudou-se para Rimini para trabalhar no templo de Malatesta e pouco depois, por volta de 1301, encontrava-se em Pádua.


Scrovegni o encarregaria da decoração do interior da Capela da Areia, considerada a sua obra capital. Dali voltou a Assis, para continuar com a Capela de Santa Madalena.


No ano de 1312, encontra-se documentada sua estada em Florença. Ali realizou uma série de altares sobre madeira, entre os quais o da Capela de Todos os Santos, a Cruz da Igreja de São Filipe e os afrescos da Capela Peruzzi na Basílica da Santa Cruz. Por volta de 1310, mudou-se novamente para Roma, onde por incumbência do cardeal Stefaneschi realizou o políptico do altar de São Pedro, enquanto os seus ajudantes já tinham começado com os afrescos da abóbada da igreja inferior de Assis. Já desfrutava a fama e cada vez tinha mais trabalhos.


De 1328 a 1333, Giotto mudou-se paraNápoles, na corte do rei Roberto d'Anjou. Regressou a Florença, onde construiu o campanário de Santa Reparata. Trabalhou mais tarde em Milão na corte dos Visconti.


Faleceu em Florença em Janeiro de 1337.


Este trabalho foi retirado do site: http://www.pinturamediunica.com/gioto_bio.html


Trabalho realizado por: Ana Raquel Silva Serafim nº4, 7b